Arquivo de Terroirs - Blog Enclos https://blog.enclosvinhos.com.br/category/terroirs/ Meu site Tue, 24 Feb 2026 18:59:48 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://blog.enclosvinhos.com.br/wp-content/uploads/2025/03/cropped-enclos_favicon2-32x32.png Arquivo de Terroirs - Blog Enclos https://blog.enclosvinhos.com.br/category/terroirs/ 32 32 Pirque, a força dos grandes terroirs https://blog.enclosvinhos.com.br/2025/07/30/pirque-a-forca-dos-grandes-terroirs/ https://blog.enclosvinhos.com.br/2025/07/30/pirque-a-forca-dos-grandes-terroirs/#respond Wed, 30 Jul 2025 16:39:49 +0000 https://blog.enclosvinhos.com.br/?p=540 A pacata comuna de Pirque está localizada nos arredores de Santiago, em pleno Vale do Maipo. … Pirque, a força dos grandes terroirsVer mais

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A pacata comuna de Pirque está localizada nos arredores de Santiago, em pleno Vale do Maipo.

Fundada oficialmente em 1925, mas com muitos séculos de história, Pirque é um refúgio de cultura e tradição. É a terra do guitarrón chileno, poetas, grandes artistas e uma capital do vinho, com identidade e comunidade.

Cercada por quilômetros de paisagens encantadoras, a comuna tem o selo Patrimônio Mineral Vivo – Sabor da Terra. Um lugar realmente magnífico.

Mas além das paisagens, Pirque tem uma terra prodigiosa, reconhecida mundialmente por seu terroir único que foi classificado, pelo Palmarès Verdier 2025, entre os melhores terroirs do mundo para o cultivo da Cabernet Sauvignon, a variedade mais cultivada na região vitivinícola.

O terroir único

Os vinhedos de Pirque recebem influência direta da Cordilheira dos Andes.

Durante todo o ano, a radiação solar é intensa durante todo o dia, com uma grande amplitude térmica entre o dia e a noite. Os verões são quentes e secos, já os invernos frios e chuvosos.

Essa combinação climática, aliada com a influência da altitude e a proximidade do Oceano Pacífico, favorece o desenvolvimento lento e uniforme das uvas.

O solo da região é rico, formado durante as quatro eras glaciais, quando violentos deslizamentos de terra criaram um leque aluvial formado por quatro terraços.

Pouco abaixo da superfície, já começam a aparecer pedras arredondadas depositadas por antigas geleiras, juntamente com quantidades consideráveis de argila. A drenagem e a porosidade são excelentes, pois o alto teor de oxigênio permite excelente infiltração de água e estimula o desenvolvimento de raízes profundas.

O vinhedo Arturo Pérez Rojas

Um dos maiores destaques da região é o vinhedo Arturo Pérez Rojas, onde são produzidos os vinhos Piedra Sagrada.

O vinhedo de 3,8 hectares, foi plantado entre 2002 e 2005, a uma altitude de 650 metros acima do nível do mar. Hoje, conta com uma densidade de 6000 vinhas por hectare, todas elas da Cabernet Sauvignon.

Nesse terroir excepcional, o vinhedo está dividido em sete micro parcelas que oferecem variações absolutamente incríveis às uvas.

O que permite que a vinícola elabore vinhos completamente diferentes a partir de cada parcela. Algumas nos fornecem taninos poderosos e persistentes, outras, uma delicadeza incomparável.

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No mapa da viticultura: os vinhos da Romênia https://blog.enclosvinhos.com.br/2025/07/14/no-mapa-da-viticultura-os-vinhos-da-romenia/ https://blog.enclosvinhos.com.br/2025/07/14/no-mapa-da-viticultura-os-vinhos-da-romenia/#comments Mon, 14 Jul 2025 19:15:52 +0000 https://blog.enclosvinhos.com.br/?p=372 Muito além da Transilvânia e do Conde Drácula. Conheça os vinhos da Romênia e a rica … No mapa da viticultura: os vinhos da RomêniaVer mais

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Muito além da Transilvânia e do Conde Drácula. Conheça os vinhos da Romênia e a rica viticultura do país europeu.

Poucos sabem, e muito menos acreditam, mas a Romênia é um grande produtor de vinhos, o sexto maior produtor da bebida na União Europeia.

Apesar da falta de reconhecimento, o vinho está enraizado na cultura romena, como em quase todos os países da Península Balcânica. As primeiras vinhas foram plantadas nas margens do Mar Negro há cerca de três mil anos, se espalhando e prosperando na Transilvânia durante a Idade Média, com a chegada dos produtores saxões.

O consumo de vinho faz parte do dia a dia da população romena, sendo apenas 3% da produção nacional é exportada. Isso se deve a uma questão política, já que o país viveu um regime comunista até 1989, o que deu à Romênia uma reputação ruim no exterior. Com a queda do regime comunista e a entrada na União Europeia, em 2007, a viticultura passou a receber atenção e investimentos internacionais. 

Atualmente, de acordo com a Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), a Romênia produz cerca de 12 milhões de hectolitros anualmente. Mesmo com a alta produção, a área de cultivo de vinhos parece estar diminuindo. Em 2000, as videiras ocupavam cerca de 248 mil hectares no país. E hoje são apenas 182 mil hectares.

Os vinhos brancos sempre lideraram a produção romena e, aproximadamente, 65% do consumo interno é de vinhos brancos. Porém, essa liderança está em queda. Atualmente, os vinhos brancos representam 51% da produção nacional. Sendo que, em 2000, representava 63%. Esse é um reflexo da influência do mercado externo, que tem maior demanda para vinhos tintos.

Quanto às uvas mais cultivadas, o governo do país tem incentivado o resgate das variedades autóctones. Os clássicos vinhos da Romênia vêm das uvas Fetească Neagră, Fetească Albă, Fetească Regală e Tămâioasă Românească.

Mas as vinícolas do país também investem em castas internacionais. Entre as variedades preferidas dos produtores romenos estão a Merlot, Aligoté, Riesling, Cabernet Sauvignon, Pinot Noir, Sauvignon Blanc e Chardonnay

Regiões e classificações

As regiões produtoras da Romênia se dividem em sete grandes zonas: Moldávia, Transilvânia, Dobruja, Valáquia, Banat, Crișana e Marmácia. Com cerca de 50 apelações diferentes.

As classificações dos vinhos da Romênia seguem a legislação da União Europeia, que classifica os vinhos em três níveis: vinho de mesa, Indicação Geográfica (IG) e Denominação de Origem Controlada (DOC). 

Vinhos de mesa 

Acredita-se que, atualmente, os vinhos de mesa representam 75% da produção, que atende o mercado nacional. Mas os recentes investimentos externos têm elevado a qualidade da bebida. O que, consequentemente, levará a um crescimento dos vinhos de classificação IG e DOC.

Indicação Geográfica 

Existem cinco principais indicações geográficas: Colinas da Dobruja, Montes da Muntênia, Montes da Oltênia, Terraços do Danúbio e Planalto da Transilvânia.

Denominação de Origem Controlada

Atualmente, há cerca de 32 Denominações de Origem Controlada no país. Mas uma pouca parcela é realmente expressiva. As mais importantes são: Dealu Mare, na Muntênia; Murfatlar, em Dobruja; Cotnari, na Moldávia; e Alba e Sebeş-Apold, na Transilvânia.

Os vinhos DOC romenos também são classificados de acordo com o nível de maturação das uvas e pela quantidade de açúcar na uva no momento da colheita. São três divisões: DOC-CMD, DOC-CT e DOC-CIB.

CMD (Culesi la Maturitate Deplină – Coletados na Maturidade Total): uvas colhidas na maturidade adequada, entre 187g/L e 220g/L de açúcar.

CT (Culesul Tarziu – Colheita Tardia): colheita tardia, com mínimo de 220 g/L de açúcar.

CIB (Culesi la Innobilarea Boabelor – Colhido Enobrecendo os Grãos): colheita tardia com botrytis.

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Em Florença, os vinhos fazem parte das obras de arte https://blog.enclosvinhos.com.br/2025/07/04/em-florenca-os-vinhos-fazem-parte-das-obras-de-arte/ https://blog.enclosvinhos.com.br/2025/07/04/em-florenca-os-vinhos-fazem-parte-das-obras-de-arte/#respond Fri, 04 Jul 2025 18:13:35 +0000 https://blog.enclosvinhos.com.br/?p=323 Florença é um verdadeiro museu a céu aberto em que os vinhos fazem parte das obras … Em Florença, os vinhos fazem parte das obras de arteVer mais

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Florença é um verdadeiro museu a céu aberto em que os vinhos fazem parte das obras de arte!

A capital e maior cidade da Toscana, Florença reúne aproximadamente 40% do acervo artístico italiano, com muitos museus, palácios, galerias de arte, casarões e catedrais.

A cidade é referência do despertar cultural dos séculos 15 e 16, sendo considerada o berço do Renascimento. Esse desenvolvimento artístico foi um dos principais responsáveis pelo pioneirismo e progresso de Florença.

Mas não é só a arte que se destaca em Florença, os vinhos florentinos são populares em todo o mundo. A região também concentra áreas produtoras de vinho que cercam a cidade de maravilhosas vinícolas e histórias sobre vinhos.

Bucchete del vino

Quem já teve a oportunidade de passear pelas ruas de Florença, já deve ter se deparado com pequenas portinhas em paredes dos pisos térreo dos edifícios de construções antigas. São os “buchettes del vino”.

Os “buchettes del vino” – buraquinhos do vinho em tradução literal – existem desde o século 16. Essas pequenas aberturas do tamanho de uma garrafa de vinho eram usadas pelas famílias nobres produtoras de vinhos para fazer uma venda direta ao público de suas garrafas, ou até mesmo um copo de vinho.

Como o preço do vinho era ligeiramente inferior ao das tabernas, os “buchettes del vino” foram muito populares até o começo do século 20.

Com a modernização do mercado vinicultor e da arquitetura, os “buchettes” caíram no esquecimento. Muitas das pequenas janelas perderam suas portinhas originais de madeira e foram muradas.

Porém, com a pandemia de COVID-19, os “buchettes del vino” voltaram a ser usados. Alguns proprietários de edifícios que ainda tinham as “vitrines florentinas” em bom funcionamento, passaram a servir taças de vinho, xícaras de café, bebidas, sanduíches e sorvete. Claro que sem contato!

Essas “janelinhas de vinho” podem ser encontradas em outras cidades italianas, mas a maior concentração está na Toscana. Apenas em Florença existem mais de 180 desses “bucchetes del vino” catalogados pela Associação Cultural Buchette del Vino.

Chianti, o rei de Florença

O Chianti é uma das regiões mais famosas da Itália. Sua demarcação aconteceu em 1203, quando um tratado declarou que a área de Chianti era pertencente apenas à Florença.

Já os vinhos, igualmente famosos, tiveram o seu primeiro registro em documentos em 1398. Porém, levaram séculos para que o Chianti fosse de fato reconhecido como um grande vinho.

Em 1872, o barão Bettino Ricasoli definiu a fórmula do verdadeiro Chianti. O barão defendia que a bebida deveria ter cerca de 70% de Sangiovese, 15% de Canaiolo, 10% de Malvasia e 5% de outras variedades regionais.

De acordo com o barão Bettino Ricasoli, “Os resultados obtidos já nas primeiras experiências confirmam que o vinho recebe da Sangiovese a principal dose de seu perfume e um certo vigor de sensação; da Canaiolo, a amabilidade que tempera a dureza do primeiro, sem tolher em nada seu perfume; a Malvasia, a qual se pode colocar menos nos vinhos destinados a envelhecer, tende a diluir o produto das duas primeiras uvas, não acrescenta sabor, e o torna mais leve e mais prontamente usável na mesa cotidiana”.

Quase um século depois, em 1967, a fórmula foi alterada pela regulamentação da DOC que acrescentou a uva Trebbiano.

O Chianti, assim como Florença, alcançou a glória durante o Renascimento, quando Florença se tornou capital da Itália.

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Cidade do Porto, a capital do vinho português https://blog.enclosvinhos.com.br/2025/06/13/cidade-do-porto-a-capital-do-vinho-portugues/ https://blog.enclosvinhos.com.br/2025/06/13/cidade-do-porto-a-capital-do-vinho-portugues/#comments Fri, 13 Jun 2025 18:26:41 +0000 https://blog.enclosvinhos.com.br/?p=271 A cidade do Porto é a segunda maior de Portugal e entrega aos seus visitantes uma … Cidade do Porto, a capital do vinho portuguêsVer mais

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A cidade do Porto é a segunda maior de Portugal e entrega aos seus visitantes uma combinação rara de história, variedade cultural, gastronomia de qualidade e, é claro, vinhos!

A capital do vinho português e da região Norte do país está localizada no estuário do rio Douro, onde em toda a margem é possível ver as barcas que eram usadas para levar os barris de vinhos até à cidade.

Com seu centro histórico, declarado como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, em 1996, o Porto é considerado o coração econômico e cultural da região

A localização tem peso histórico até na hora de nomear um dos produtos mais famosos de Portugal. A cidade não deu nome apenas ao vinho, mas também ao país. Isso porque Portugal provém do antigo nome latino da cidade, que era chamada de “Portus Cale”.

Conheça um pouco mais dos encantos portuenses!

Vinícolas portuenses

A cidade do Porto é um dos destinos turísticos mais antigos da Europa e o enoturismo está cada vez mais em alta na região.

Além dos passeios pelo rio Douro, centro histórico e museus, você também pode fazer passeios pelas vinícolas portuenses.

As vinícolas estão localizadas em uma região mais afastada da cidade, ao longo do rio, onde há mais espaço para o cultivo das vinhas e o clima é ideal para as uvas.

Veja alguns dos principais produtores para conhecer em sua passagem por Porto.

Quinta das Carvalhas

A Quinta das Carvalhas é uma das propriedades da Real Companhia Velha, uma vinícola fundada há mais de dois séculos pelo então rei de Portugal.

A vinícola é uma das mais belas e emblemáticas quintas do Alto Douro. Lá, o passeio pelas uvas é acompanhado de construções de arquitetura antiga.

Quinta do Pôpa

A Quinta do Pôpa foi fundada em 2007, mas já conquistou fama na região.

Na vinícola você vai encontrar várias opções para o seu passeio. Com vista para o rio Douro, a quinta oferece diferentes tipos de prova, incluindo uma degustação especial de vinhas de mais de 90 anos, que podem acompanhar almoço, piquenique e brunch. E se for na época certa, ainda pode participar da pisa das uvas.

Quinta do Seixo

Uma das mais tradicionais de Portugal, localizada na região de Pinhão, a Quinta do Seixo é a responsável pela produção do famoso Sandeman com suas vinhas de mais de 100 anos.

A quinta oferece diferentes tipos de tour. Um deles é a visita guiada pelo Sandeman Don, numa viagem pela história do Vinho do Porto.

O terroir e as uvas portuenses

A região do Porto tem o cenário perfeito para a colheita das melhores uvas, com um microclima diverso, terreno montanhoso, umidade, altas temperaturas durante o dia e frias durante a noite.

Há uma vasta variedade de uvas tradicionais, tanto tintas quanto brancas, na região portuense.

As principais uvas tintas da região são a Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Vinhão. Já as castas brancas mais cultivadas são a Malvasia Fina, Gouveio, Viosinho, Códega e Malvasia Rei.

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Vale do Lima: a terra natal da Loureiro e Rota dos Vinhos Verdes https://blog.enclosvinhos.com.br/2025/06/13/vale-do-lima-a-terra-natal-da-loureiro-e-rota-dos-vinhos-verdes/ https://blog.enclosvinhos.com.br/2025/06/13/vale-do-lima-a-terra-natal-da-loureiro-e-rota-dos-vinhos-verdes/#comments Fri, 13 Jun 2025 18:11:30 +0000 https://blog.enclosvinhos.com.br/?p=268 Ao longo das margens portuguesas do Rio Lima está o Vale do Lima, a terra natal … Vale do Lima: a terra natal da Loureiro e Rota dos Vinhos VerdesVer mais

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Ao longo das margens portuguesas do Rio Lima está o Vale do Lima, a terra natal da Loureiro e o centro mais importante de produção dos Vinhos Verdes de Portugal.

O Vale do Lima conta com quatro municípios banhados pelo rio: Ponte da Barca, Viana do Castelo, Arcos de Valdevez e Ponte de Lima, que é a principal e mais importante vila da região.

A cultura vitivinícola do Vale do Lima começou a se desenvolver no início do século 12. Ou seja, a viticultura da região se iniciou antes mesmo da existência do Estado Português.

A localização privilegiada do Vale do Lima, no coração do Minho, faz o vale ser um dos principais pontos da famosa Rota dos Vinhos Verdes.

A Rota dos Vinhos Verdes

A Rota dos Vinhos Verdes se estende por toda a região do Minho e atravessa nove sub-regiões portuguesas: Monção e Melgaço; Vale do Lima; Basto; Cávado; Ave; Amarante; Baião; Sousa e Paiva.

Por toda a extensão da rota, é possível se maravilhar com os vinhedos nas margens dos rios e vinhas das principais uvas utilizadas para produzir os vinhos que nomeiam o trajeto.

Em 1959, foi fundada a Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), uma cooperativa que tem como objetivo dinamizar e apoiar a atividade econômica dos produtores regionais de vinho.

A Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes também atua para controlar e promover as produções vínicas que podem receber as classificações de Denominação de Origem Vinho Verde e Indicação Geográfica Minho.

Hoje, a comissão já conta com cerca de 2 mil associados e produtores que puderam ver suas produções crescendo e alcançando maior qualidade. Um dos principais fatores que tornou a rota uma atração para os enoturistas.

Após a criação da CVRVV, o amplo território de produção dos Vinhos Verdes foi subdividido em seis porções, das quais o Vale do Lima é o maior destaque.

A uva Loureiro

Foi nesse rico vale que a uva Loureiro se originou. E, atualmente, é uma casta amplamente cultivada no norte de Portugal, em toda a região do Minho.

A Loureiro é uma variedade de uva branca que recentemente se tornou uma casta nobre de grande tipicidade. Apesar de ser muito utilizada em varietais, a uva e suas qualidades aromáticas dão vida a alguns dos melhores vinhos brancos de Portugal.

Ao lado das uvas brancas Trajadura e Arinto, a Loureiro faz parte na composição do tradicional Vinho Verde e é uma das principais responsáveis pela ascensão do estilo nas últimas décadas

Os vinhos da Loureiro, além dos exuberantes aromas, apresentam acidez vibrante, são leves e frescos, e de baixo teor alcoólico.

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Desbrave a sub-região de Côte d’Or, na Borgonha https://blog.enclosvinhos.com.br/2025/06/10/desbrave-a-sub-regiao-de-cote-dor-na-borgonha/ https://blog.enclosvinhos.com.br/2025/06/10/desbrave-a-sub-regiao-de-cote-dor-na-borgonha/#comments Tue, 10 Jun 2025 20:23:32 +0000 https://blog.enclosvinhos.com.br/?p=235 A sub-região de Côte d’Or é a mais nova denominação geográfica dentro da denominação regional da … Desbrave a sub-região de Côte d’Or, na BorgonhaVer mais

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A sub-região de Côte d’Or é a mais nova denominação geográfica dentro da denominação regional da Borgonha, na França.

Após a denominação ser oficializada em 2017, os produtores de Côte d’Or receberam o nome geográfico adicional “Bourgogne Côte d’Or” para os rótulos de seus vinhos. Porém, como em toda DO, o nome é exclusivo para vinhos que seguem certas regras.

O objetivo da Denominação Geográfica adicional é destacar o potencial da viticultura de Côte d’Or. Já que a AOC (Appellation d’Origine Contrôlée) é considerada a produtora dos melhores vinhos de toda a Borgonha.

A sub-região se estende por 40 aldeias ao longo de um trecho de 65 km de Dijon a Maranges, abrangendo Côte de Beaune no sul e Côte de Nuits no norte. Côte d’Or significa encosta dourada e tem esse nome por causa da coloração marrom-dourada que as folhas das suas videiras ganham no outono. 

Os vinhos

Os vinhos rotulados como “Bourgogne Côte d’Or” devem seguir normas específicas e, no caso dessa Denominação de Origem, só podem ser feitos exclusivamente com as uvas Chardonnay e Pinot Noir cultivadas dentro da sub-região de Côte d’Or.

Esses vinhos, em relação à qualidade, estão acima dos vinhos da Denominação Regional da Borgonha e daqueles rotulados simplesmente como Bourgogne. Por isso, os rendimentos das vinhas devem ser menores.

Os “Bourgogne Côte d’Or” tintos, normalmente, apresentam coloração vermelho cereja com reflexos de rubi escuro. No nariz, oferece aromas de cereja, groselha e amora, com notas de grenadine e peônia. Em boca, são redondos e delicados, com taninos finos e boa fruta, conduzindo a um final fresco e leve.

os brancos, costumam apresentar cor amarelo ouro pálido com tons de amarelo esverdeado prateado. Os aromas têm notas de limão, pêra e amêndoa, juntamente com anis, pêssego, hortelã e abacaxi. O final salino e cítrico revela toques aromáticos de alcaçuz e brioche.

É notável a evolução da viticultura local após a nova denominação ser oficializada. Em 2017, havia aproximadamente 200 hectares de Pinot Noir e cerca de 90 hectares de Chardonnay dentro da denominação. Hoje, estima-se que o total possa subir para mil hectares de plantação de cada casta.

De acordo com o The Bourgogne Wine Board (BIVB), a safra de vinhos tintos de 2018 foi 20% maior em relação à safra de 2017, com cerca de 1,6 milhão de garrafas. Sendo que a produção de vinho branco teve um aumento de 55%, no mesmo período, com 920 mil garrafas.

Côte de Nuits e Côte de Beaune

A sub-região de Côte d’Or abrange duas microrregiões, Côte de Nuits e Côte de Beaune. As duas zonas produtoras são historicamente consideradas as mais importantes da Borgonha.

A maior diferença entre as microrregiões é o estilo dos vinhos produzidos, já que cada uma está localizada em áreas com microclimas totalmente distintos.

Côte de Nuits

Situada ao norte de Côte d’Or, Côte de Nuits produz vinhos mais estruturados e de maior intensidade.

A microrregião de Côte de Nuits tem condições excepcionais de terroir, raras de encontrar em outros locais e com uma variedade de solos de alta qualidade.

Os tintos produzidos na região expressam particular elegância. E apenas cerca de 20% da produção é de vinhos brancos, sendo que a maioria dos Grand Crus brancos estão na região.

Côte de Beaune

Côte de Beaune está ao sul de Côte d’Or e seus vinhos entregam mais elegância e frescor.

Essa microrregião é especialmente conhecida pelos seus vinhos brancos, com vinhas ocupam 3000 hectares de área. Sendo que apenas 98 hectares correspondem a videiras de Pinot Noir.

É de Côte de Beaune que vem os mundialmente apreciados tintos Corton.

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Desvendando as classificações: França, AOC e IGP https://blog.enclosvinhos.com.br/2025/05/23/desvendando-as-classificacoes-franca-aoc-e-igp/ https://blog.enclosvinhos.com.br/2025/05/23/desvendando-as-classificacoes-franca-aoc-e-igp/#comments Fri, 23 May 2025 18:18:17 +0000 https://blog.enclosvinhos.com.br/?p=168 Existem milhares de denominações de origem diferentes pelo mundo do vinho e muitas se confundem. Por … Desvendando as classificações: França, AOC e IGPVer mais

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Existem milhares de denominações de origem diferentes pelo mundo do vinho e muitas se confundem. Por isso, vamos desvendar as classificações mais famosas da França, a AOC e a IGP.

Antigamente, os vinhos produzidos não tinham muita preocupação em manter padrões e apresentavam muitas variações, em sabor, aroma e coloração.

Os vinhos de mesmo rótulo mas com características totalmente diferentes passaram a prejudicar a indústria local. Assim, as primeiras delimitações geográficas de regiões vinícolas foram criadas e a Comissão Europeia instituiu os seus dois sistemas de qualidade: a AOC e a IGP.

A partir desses novos sistemas, os governos de cada país da União Europeia criaram suas classificações e métodos de garantir que os vinhos fossem feitos seguindo regras pré-estabelecidas.

Na França, em 1905, uma lei foi criada para fazer esse controle. E, em 1935, foi criado o Comité National des Appellations d’Origine (CNAO), em português Comissão Nacional das Denominações de Origem, que hoje é chamado de Instituto Nacional de Apelações de Origem.

Para definir quais seriam os parâmetros que iriam determinar a tipicidade e as características de cada terroir e dos vinhos de cada um, os principais produtores de cada região foram consultados pelos membros do Instituto Nacional de Apelações de Origem (INAO).

Porém, o papel do INAO não é garantir a qualidade dos vinhos, se o consumidor irá gostar ou não. O Instituto trabalha para assegurar a origem e a tipicidade do estilo das classificações da AOC e IGP. Além de certificar a autenticidade dos vinhos prontos para consumo, através de um painel de degustação, formado por um grupo de profissionais que analisam as bebidas.

AOC

A Appellation d’Origine Contrôlée (AOC), Denominação de Origem Controlada, em português, indica a qual região específica do país o vinho pertence.

A sigla AOC tem um vínculo mais forte com o lugar em que os vinhos são produzidos e representa a categoria superior dos vinhos franceses.

Essa classificação é a mais restritiva e controla cada um dos aspectos e métodos vitivinícolas da produção dos vinhos que devem ocorrer na região especificada. Por exemplo, as uvas utilizadas na elaboração da bebida devem ser provenientes exclusivamente da área geográfica onde o vinho é feito.

A AOC se subdivide em duas categorias, as mundialmente famosas Grand Cru e Premier Cru.

São mais de 400 vinhos de Denominação de Origem Controlada na França. Sendo que existem denominações geográficas dentro de cada uma dessas AOCs. Como a Borgonha, que é uma AOC com quatro apelações diferentes de hierarquia. Já a AOC de Mâcon tem 27 denominações geográficas complementares.

IGP

A Indication Géographique Protégée (IGP), Indicação Geográfica Protegida em português, classifica os vinhos de determinada região geográfica.

Essa classificação delimita os locais em que os vinhos devem ser feitos e em que as uvas devem estar plantadas. De acordo com a IGP, obrigatoriamente, no mínimo 75% das uvas usadas na produção de um vinho devem vir da mesma área geográfica de sua elaboração.

A IGP é uma classificação mais branda que não controla os aspectos e métodos vitivinícolas da produção. E por não seguir regras tão rígidas, a classificação IGP está abaixo da AOC na hierarquia dos vinhos franceses.

Dentro do IGP, na França, há três subníveis relativos à localização geográfica – o Regional, o Departamental e o Local -, que no total somam mais de 140 classificações de região.

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Os vinhos de Tenerife, a maior área vinícola das Ilhas Canárias https://blog.enclosvinhos.com.br/2025/04/24/os-vinhos-de-tenerife-a-maior-area-vinicola-das-ilhas-canarias/ https://blog.enclosvinhos.com.br/2025/04/24/os-vinhos-de-tenerife-a-maior-area-vinicola-das-ilhas-canarias/#respond Thu, 24 Apr 2025 19:51:06 +0000 https://blog.enclosvinhos.com.br/?p=126 Por regra, é da Espanha. Por influência, é portuguesa. Pela geografia, está a um passo da … Os vinhos de Tenerife, a maior área vinícola das Ilhas CanáriasVer mais

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Por regra, é da Espanha. Por influência, é portuguesa. Pela geografia, está a um passo da África. Conheça Tenerife, a maior área vinícola das Ilhas Canárias, e os seus vinhos.

Tenerife, uma das sete ilhas ao longo da costa do Marrocos, começou sua produção de vinhos no século 15, depois que uvas foram introduzidas na ilha pelos espanhóis. Hoje, a ilha é o maior produtor de vinho do arquipélago das Ilhas Canárias com cerca de 7200 hectares de vinha.

A vinicultura do local se destaca por suas castas completamente únicas, vindas de vinhas antigas e de raízes próprias. Isso porque Tenerife é um dos poucos lugares do mundo que não foi afetado pela filoxera.

Regiões vinícolas e terroir

Tenerife fica tão acima do nível do mar que uma grande variedade de microclimas pode ser encontrada na ilha. Tanto que os locais costumam dizer que o tempo muda a cada 100 metros.

Os diferentes microclimas tornam o sul conhecido pelos vinhos brancos de uvas de casca fina, enquanto o norte produz tanto vinhos tintos quanto brancos.

A ilha é dividida em cinco Denominações de Origem: Valle de la Orotava, Ycoden-Daute-Isora, Abona, Tacoronte-Acentejo e Valle de Güímar. Por ser uma área tão pequena, esse é um número um tanto incomum.

A maioria das regiões é moldada pelo Monte Teide, sendo muitos dos vinhedos localizados nas encostas mais baixas da montanha. O solo é de caráter vulcânico, o que confere qualidades especiais aos vinhos.

As uvas e os vinhos de Tenerife

Uma chave para o sucesso dos vinhos de Tenerife são as diferentes variedades nativas de videiras não enxertadas que crescem na ilha. Existem mais castas em Tenerife do que em qualquer outra ilha espanhola.

As uvas mais utilizadas para produzir vinhos brancos são: Listán Blanco, Malvasia, Gual, Albillo Criollo, Vijariego, Moscatel, Marmajuelo e Verdello. Já os rosés e tintos são feitos principalmente das uvas Listán Negro, Negramoll e Tintilla.

Os vinhos de Tenerife têm um sabor fresco, são leves e com um toque de sal. Comparados com os vinhos cultivados na mesma latitude, seus sabores não se encontram em nenhuma outra ilha.

Se você gosta de conteúdos sobre vinho, é porque também adora degustá-los. Na nossa loja, você encontra rótulos únicos dos melhores terroirs do mundo, selecionados pelo Wine Hunter Vicente Jorge. Clique aqui e deguste!

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Alsácia, a Alemanha francesa dona de vinhos brancos de excelência https://blog.enclosvinhos.com.br/2025/04/03/alsacia-a-alemanha-francesa-dona-de-vinhos-brancos-de-excelencia/ https://blog.enclosvinhos.com.br/2025/04/03/alsacia-a-alemanha-francesa-dona-de-vinhos-brancos-de-excelencia/#comments Thu, 03 Apr 2025 20:19:10 +0000 https://blog.enclosvinhos.com.br/?p=61 Conheça a peculiar e única Alsácia, a região que é a verdadeira Alemanha francesa e é … Alsácia, a Alemanha francesa dona de vinhos brancos de excelênciaVer mais

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Conheça a peculiar e única Alsácia, a região que é a verdadeira Alemanha francesa e é dona dos melhores vinhos brancos do mundo!

A Alsácia está localizada na fronteira entre a França e a Alemanha, e esteve por muitos anos sob domínio alemão. É a mescla perfeita da cultura alemã e francesa que resulta numa riquíssima identidade.

A região ficou conhecida mundialmente por seus vinhos brancos de alta qualidade e é uma das melhores produtoras do estilo.

Mesmo sendo a menor região da França, a Alsácia tem a maior diversidade geológica do país e suas características são inigualáveis a qualquer outra. É um lugar realmente único!

Terroir, vinhos e uvas

A principal característica do terroir alsaciano é sua ampla diversidade geológica, um verdadeiro mosaico que dá vida a vinhos de personalidade única e complexa.

A variedade do solo vai do granito ao calcário, passando pela argila, xisto, areia e greda. Isso faz com que seus vinhos expressem muito mais a identidade do terroir do que a identidade da uva. Algo que não acontece em outras áreas produtoras da França.

Não é à toa que a região se tornou conhecida por seus exemplares brancos, 92% dos vinhos elaborados na Alsácia são brancos. Os 8% restantes são responsáveis por vinhos tintos leves e fantásticos vinhos de sobremesa.

A região também tem suas castas nobres. Com quase todos os rótulos sendo elaborados a partir de uma única variedade, as principais uvas autorizadas para a produção de brancos são Riesling, Gewürztraminer, Pinot Gris, Pinot Blanc e Moscato.

Seus vinhos são finos, complexos e muito elegantes, com muito sabor e refrescância.

Sistema de denominação na Alsácia

Já conhecido pelos apreciadores de vinhos, o AOC (Appellation d’Origine Contrôlée) é o sistema de denominação e classificação da França. E na região da Alsácia, há três AOCs diferentes: Alsace AOC, Alsace Grands Crus AOC e Crémant d’Alsace AOC.

– Alsace AOC

O Alsace AOC é a principal denominação da região. Essa classificação inclui apenas vinhos varietais que são nomeados por sua uva, e não pelo château ou vinhedo que originou o vinho.

Quando a variedade utilizada na elaboração da bebida não é citada no rótulo, se torna um vinho de corte, nesse caso.

– Alsace Grands Crus AOC

Na França, os vinhos Grand Cru são aqueles elaborados a partir de videiras especiais, que dão origem a uvas extraordinárias, e representam a mais alta nobreza dos vinhos.

Os rótulos Alsace Grands Crus AOC devem apresentar o nome da uva e o do vinhedo.

Na Alsácia, apenas 51 vinhedos tiveram a honra de receber essa classificação, o que representa 5% do total produzido na região.

– Crémant d’Alsace AOC

O Crémant d’Alsace AOC é a classificação dos espumantes da Alsácia, sempre produzidos através do método tradicional e podendo ser vinhos brancos ou rosés.

Sendo que só podem receber essa denominação se forem elaborados com uvas específicas: Pinot Noir, Riesling, Chardonnay, Pinot Blanc e Pinot Gris.

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