Blog Enclos https://blog.enclosvinhos.com.br/ Meu site Thu, 05 Mar 2026 14:50:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://blog.enclosvinhos.com.br/wp-content/uploads/2025/03/cropped-enclos_favicon2-32x32.png Blog Enclos https://blog.enclosvinhos.com.br/ 32 32 Lugar de mulher é no mundo do vinho https://blog.enclosvinhos.com.br/2026/03/05/lugar-de-mulher-e-no-mundo-do-vinho/ https://blog.enclosvinhos.com.br/2026/03/05/lugar-de-mulher-e-no-mundo-do-vinho/#respond Thu, 05 Mar 2026 14:50:25 +0000 https://blog.enclosvinhos.com.br/?p=607 As mulheres dominam o mundo, e com o vinho não poderia ser diferente. Afinal, o mundo … Lugar de mulher é no mundo do vinhoVer mais

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As mulheres dominam o mundo, e com o vinho não poderia ser diferente. Afinal, o mundo do vinho é para mulher sim!

Desde que o vinho é vinho, as mulheres estão envolvidas com a bebida. As primeiras mulheres sommelières apareceram há 3 mil anos, na Babilônia, durante o período da Antiguidade.

No Antigo Egito, várias gravuras atestam o lugar importante das mulheres no trabalho da videira. Além de apreciarem a bebida, seu papel era escolher e servi-la.

Infelizmente, em outras sociedades, como as romanas e gregas, o mesmo não acontecia. O que atrasou por muito tempo a entrada das mulheres na indústria vitivinícola. Mas assim que chegaram, mostraram que vieram para ficar.

Cada vez mais mulheres estão assumindo papéis de liderança, como enólogas, sommelières e donas de vinícolas de destaque.

A taxa de sucesso das mulheres nos exames de qualificação Masters of Wine está em constante crescimento e já são 138 mulheres com o título.

“As mulheres têm grandes habilidades de degustação, realizando com mais precisão e consistência às suas análises”, aponta Jancis Robinson.

(Apenas alguns) grandes nomes de mulheres do mundo do vinho

A contribuição das mulheres foi essencial para o aumento da valorização, qualidade e até a perpetuação de alguns vinhos.

Dorina, Júlia e Luísa Lindemann

Nascida numa família apaixonada pelo vinho português, Dorina fundou a Quinta da Plansel que significa Plantas Selecionadas —, onde ela honra as castas alentejanas. Hoje, ela conta com a ajuda das suas duas filhas, Júlia e Luísa, para dar continuidade ao legado da família e ao amor pelo terroir do Alentejo.

Jancis Robinson 

Além de ser a primeira mulher a se tornar Masters of Wine, é uma talentosa escritora sobre o mundo do vinho, como crítica internacional e consultora oficial da adega do Palácio de Buckingham, em Londres.

Ferreirinha

Antônia Adelaide Ferreira, mais conhecida como Ferreirinha, se tornou uma das primeiras grandes empresárias do vinho em Portugal. Apesar de sua história ser quase desconhecida e receber pouca atenção, Ferreirinha foi uma figura memorável no Alto Douro vinhateiro.

Donatella Cinelli 

Na região da Toscana, Donatella Cinelli fundou o Movimento do Turismo del Vino, que colocou a Itália como um dos principais destinos enoturísticos do mundo. Ela também é a fundadora da vinícola Casato Prime Donne, em Montalcino, onde só trabalham mulheres, que produzem grandes Brunellos.

Susana Balbo 

Susana Balbo foi a primeira mulher a se formar em enologia na Argentina, em 1981. Seu talento inegável a levou a fundar a Susana Balbo Wines, uma vinícola de renome mundial que tornou a Torrontés em um ícone argentino. 

Baronesa Philippine de Rothschild

A Baronesa foi uma das mulheres mais importantes na história do vinho contemporâneo. Em 1988, ela assumiu o negócio da família e decidiu expandir a empresa para o Chile, uma decisão extremamente bem-sucedida que proporcionou ao mundo o Almaviva.

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O que é um vinho austero? https://blog.enclosvinhos.com.br/2026/02/24/o-que-e-um-vinho-austero/ https://blog.enclosvinhos.com.br/2026/02/24/o-que-e-um-vinho-austero/#respond Tue, 24 Feb 2026 20:37:57 +0000 https://blog.enclosvinhos.com.br/?p=602 O glossário do vinho é um verdadeiro dicionário, com inúmeras expressões, significados e terminologias, como o … O que é um vinho austero?Ver mais

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O glossário do vinho é um verdadeiro dicionário, com inúmeras expressões, significados e terminologias, como o termo austero. 

A palavra austero caracteriza algo como sendo formal e sério; desprovido de adornos, excessos. Mas o que é um vinho austero?

É o vinho que causa estranhamento no olfato e no paladar logo no primeiro gole. É sério, ácido, forte e com taninos muito acentuados.

Além dessas expressões marcantes, no vinho austero, os aromas e sabores são tão suaves, sutis e pouco frutados que é praticamente como se não existissem.

Essas características do vinho austero podem indicar detalhes sobre a origem, normalmente vindo de climas frios, ou idade do vinho

Quanto à idade, é comum que um vinho com esses atributos tenha sido aberto antes da hora. Muitas vezes é jovem e precise de mais tempo de guarda para evoluir ou florescer. Rótulos considerados excepcionais apresentam essas características quando jovens.

Normalmente, o que dá aos vinhos essas características é o momento da colheita da uva, o tempo que o vinho passa com as cascas durante a vinificação e o processo de envelhecimento.

Quando as uvas são colhidas muito cedo, antes do tempo ideal, os aromas são sacrificados. O vinho ganha textura, mas o sabor é extremamente prejudicado. Muitas regiões estão fazendo a vindima mais cedo devido à mudança climática e à popularidade de vinhos com alta acidez. 

Como “melhorar” um vinho austero?

Se você, ao abrir uma garrafa, se deparar com um vinho pobre em aroma e praticamente sem gosto, é possível reverter um pouco a situação.

Decantar o vinho é uma ótima forma de potencializar os aromas. Mas também fique atento à temperatura de serviço, principalmente no caso de vinhos brancos. 

Quando os aromas são muito suaves, aumente um pouco a temperatura do vinho.

Se essas dicas não forem o suficiente, aposte em uma harmonização com um prato mais potente e expressivo, para equilibrar.

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Veraison: a dança de cores das uvas tintas https://blog.enclosvinhos.com.br/2026/02/24/veraison-a-danca-de-cores-das-uvas-tintas/ https://blog.enclosvinhos.com.br/2026/02/24/veraison-a-danca-de-cores-das-uvas-tintas/#respond Tue, 24 Feb 2026 20:23:34 +0000 https://blog.enclosvinhos.com.br/?p=599 Veraison é um termo francês que foi adotado ao redor do mundo do vinho para designar … Veraison: a dança de cores das uvas tintasVer mais

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Veraison é um termo francês que foi adotado ao redor do mundo do vinho para designar o momento mais importante no ciclo de vida anual de uma videira: o início da maturação, quando as uvas começam a mudar de cor, do verde para o vermelho.

Essa mudança de cor, junto com o desenvolvimento de outros polifenóis, é uma proteção da uva contra o sol e o vento.

Antes e depois da veraison

Antes da veraison, os bagos das uvas são pequenas, duras, altamente ácidas e de cor verde devido à presença de clorofila. Pois o foco da videira é a criação de energia através da fotossíntese.

Quando esse processo de amadurecimento começa, a vinha muda seu foco para o consumo de energia e começa a transportar suas reservas de energia das raízes para as uvas. Então, a clorofila é substituída por antocianinas – nas uvas vermelhas – ou carotenoides – nas uvas brancas -, açúcares e outros nutrientes.

Depois da veraison, o tamanho dos bagos aumentam à medida que acumulam açúcares e começam a desenvolver compostos aromáticos. É também nessa etapa que os níveis de acidez começam a cair.

Tudo depende do clima e da uva

A veraison é um momento importante que muda não só as uvas, mas também a forma como os viticultores cuidam de suas vinhas. Isso porque cada região e cada casta requerem cuidados diferentes para atingir uma maturação perfeita.

Em climas mais frios, é comum que viticultores optem por podar os cachos de cada videira para garantir que os cachos restantes recebam mais nutrientes e açúcares das raízes. Já em regiões mais quentes, alguns produtores optam por cortar as folhas para diminuir a taxa de amadurecimento e o acúmulo de açúcares, atrasando o amadurecimento para quando as temperaturas são mais baixas.

 Em regiões com animais que prejudicam a produção, os vinhedos podem ser cobertos com redes para evitar que as uvas sejam comidas.

Quanto aos tipos de uva, algumas variedades amadurecem de forma mais desigual. Alguns cachos podem ter bagas prontas e maduras, e outras ainda verdes ao mesmo. Esse  amadurecimento extremamente desigual é chamado de millerandage e pode produzir vinhos com cheiro doce, mas com sabor desequilibrado.

O amadurecimento irregular ocorre mais na Pinot Noir, Sangiovese, Malbec, Gewürztraminer e Zinfandel. Por isso são consideradas das uvas mais difíceis de cultivar.

E as uvas brancas?

A veraison também ocorre nas uvas brancas, mas sem as mudanças de cor. As uvas brancas simplesmente se tornam mais translúcidas.

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Maria Gomes, uma das uvas brancas mais cultivadas em Portugal https://blog.enclosvinhos.com.br/2026/02/24/maria-gomes-uma-das-uvas-brancas-mais-cultivadas-em-portugal/ https://blog.enclosvinhos.com.br/2026/02/24/maria-gomes-uma-das-uvas-brancas-mais-cultivadas-em-portugal/#respond Tue, 24 Feb 2026 20:09:33 +0000 https://blog.enclosvinhos.com.br/?p=594 Portugal é a terra natal de muitas castas brancas e a nativa Maria Gomes é uma … Maria Gomes, uma das uvas brancas mais cultivadas em PortugalVer mais

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Portugal é a terra natal de muitas castas brancas e a nativa Maria Gomes é uma das uvas brancas mais cultivadas e conhecidas do país.

A variedade, que já era amplamente cultivada na região do Douro no século 18, tem vários sinônimos, como a maioria das uvas. O seu segundo nome mais conhecido é Fernão Pires, que é como a uva é chamada na região da Bairrada. Mas essa variedade também atende por Gaeiro, Camarate, Fernão Pirão, Pires do Beco, Molinho e São Amaral.

O alto rendimento, a versatilidade, a maturação precoce, a bondade do açúcar e a elevada complexidade aromática explicam a popularidade da Maria Gomes entre os produtores e os apreciadores de vinhos.

Características e cultivo

A Maria Gomes tem cacho medianamente compacto, com bago pequeno e uniforme, de película verde amarelada e polpa não corada e suculenta.

É uma uva de maturação muito precoce, sendo uma das primeiras a ser colhida. Seus rendimentos são tão generosos que são controlados pelos produtores, para impedir o excesso e manter a complexidade de seus aromas e sabores. 

As videiras da Maria Gomes expressam seu potencial em solos férteis de clima temperado ou mais quente, sendo muito sensíveis à geadas e à secas. Então, é uma uva imprópria para o cultivo em regiões frias.

Por isso, em Portugal, ela é mais cultivada nas regiões centrais e no Sul, principalmente na Bairrada, Estremadura, Ribatejo, Lisboa e Península de Setúbal. E mesmo que em menor quantidade, é possível encontrá-la em alguns vinhedos do Alto Douro, do Dão e na região dos vinhos verdes.

Embora tenha crescido e feito sua fama em Portugal, a uva também é cultivada em algumas regiões vitivinícolas da África do Sul e da Austrália.

A Maria Gomes em vinhos

A Maria Gomes é uma casta muito versátil, elaborando vinhos brancos secos e servindo como base para espumantes e vinhos de sobremesa.

Seus são complexos e estruturados, contando com bom teor alcoólico. O destaque que conquista os bebedores de vinho é sua complexidade aromática, que sempre apresenta lima, laranja e raspas de limão. Além de notas florais e nuances de especiarias. 

Quando envelhecidos em carvalho, seus vinhos podem apresentar notas minerais e toques de mel. Mas, definitivamente, essa não é uma uva de vinhos de guarda.

Portugal é um país muito forte na produção de assemblages. Por mais que o varietal da Maria Gomes seja muito apreciado, a uva está muito presente em blends com outras variedades portuguesas, como a Arinto.

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A temida ressaca do vinho: dicas para evitar e curar a pós bebedeira https://blog.enclosvinhos.com.br/2026/01/22/a-temida-ressaca-do-vinho-dicas-para-evitar-e-curar-a-pos-bebedeira/ https://blog.enclosvinhos.com.br/2026/01/22/a-temida-ressaca-do-vinho-dicas-para-evitar-e-curar-a-pos-bebedeira/#respond Thu, 22 Jan 2026 20:25:19 +0000 https://blog.enclosvinhos.com.br/?p=581 Se você faz parte do grupo de pessoas que acreditam que a ressaca do vinho é … A temida ressaca do vinho: dicas para evitar e curar a pós bebedeiraVer mais

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Se você faz parte do grupo de pessoas que acreditam que a ressaca do vinho é a pior de todas, saiba que você não está errado!

Uma pesquisa do National Drug Research Institute, na  Austrália, determinou que entre todas as bebidas, o vinho é a que causa a ressaca mais catastrófica. E quanto mais escuro e encorpado o vinho, pior será o dia seguinte.

Mesmo que a ressaca dos vinhos brancos e champanhe seja mais branda, não significa que o consumo em excesso não cause danos. Afinal, a gravidade da ressaca está de acordo com a quantidade de bebida consumida.

Confira dicas para você evitar a ressaca do vinho. Mas se já está com você, veja dicas de como superá-la!

3 dicas para evitar a ressaca do vinho

1) Água sempre em mãos

A principal causa da ressaca é a desidratação e ela acontece porque o álcool é um diurético. Ou seja, a ingestão de bebidas alcoólicas provoca excesso de urina e, consequentemente, perda rápida de água.

Mas a urina não expele apenas água, junto vão sais minerais importantes para o bom funcionamento do corpo. Quanto mais urina é eliminada, mais desidratado fica o corpo.

Por isso, é essencial ingerir bastante água entre uma taça de vinho e outra.

2) É proibido fumar!

Muitas pessoas adoram acender um cigarro na hora de ingerir bebidas alcoólicas. Mas saiba que misturar o vinho com o consumo de outras substâncias pode render uma ressaca ainda pior.

Isso acontece porque o cigarro pode retardar o processo de desintoxicação do álcool no corpo. 

3) Quanto mais natural, melhor

Quanto mais aditivos o vinho tiver, piores serão os sintomas da ressaca no dia seguinte. Por isso, aposte pelos rótulos orgânicos, biodinâmicos, veganos e os mais naturais possível.

A tendência dos vinhos “naturebas” faz bem para a saúde até na hora da ressaca.

5 dicas para curar a ressaca do vinho

1) Água, a melhor amiga da ressaca

A água é o remédio número um contra a ressaca do vinho – e de qualquer outra bebida.

Beber bastante água permite que o organismo se reidrate e reponha as substâncias perdidas.

2) Sem jejum

O enjoo e incômodos no estômago são alguns dos sintomas mais comuns da ressaca. Mas, como o jejum só piora esse quadro, consuma alimentos normalmente a cada três horas para dar tempo para o seu estômago se recuperar de maneira saudável. 

Porém, por mais que a ressaca peça por um “podrão”ou comidas mais pesadas, os alimentos gordurosos não ajudam em nada a recuperação. 

Para ajudar o estômago a se recuperar da melhor forma, consuma pratos leves, como salada, ovo, arroz integral e verduras escuras. 

3) E sem café

A maioria das pessoas acreditam que o café é um grande aliado da ressaca. Mas, na verdade, ele é uma bebida diurética que acelera a desidratação do corpo.

Mesmo que o café seja ótimo para despertar e pode até combater a dor de cabeça, ele age de forma oposta ao que o seu organismo precisa, que é a retenção de  líquidos. 

4) Aposte nas frutas e em sucos naturais

Tanto as frutas in natura quanto os sucos naturais fornecem boas doses de vitaminas, minerais e substâncias antioxidantes que favorecem a desintoxicação do organismo. O açúcar natural também ajuda a repor os níveis de glicose sem exageros.

Dê preferência para aquelas com alto conteúdo de água, como melancia, melão, maçã e pera. Apenas evite frutas mais ácidas que podem deixar o estômago ainda mais irritado.

5) Descanse 

Acordou com ressaca? Tome um banho quente e apenas descanse, assim, seu corpo irá se recuperar mais rápido.

Aproveite o descanso para fazer um detox tecnológico. A sensibilidade à luz, incluindo a luminosidade das telas, durante a ressaca é maior. Desligue tudo e deixe seu organismo se revigorar.

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Mondeuse Blanche, a quase extinta uva branca da França https://blog.enclosvinhos.com.br/2026/01/22/mondeuse-blanche-a-quase-extinta-uva-branca-da-franca/ https://blog.enclosvinhos.com.br/2026/01/22/mondeuse-blanche-a-quase-extinta-uva-branca-da-franca/#respond Thu, 22 Jan 2026 19:55:50 +0000 https://blog.enclosvinhos.com.br/?p=576 A Mondeuse Blanche é uma variedade de uva branca originária da região de Savoie, no leste … Mondeuse Blanche, a quase extinta uva branca da FrançaVer mais

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A Mondeuse Blanche é uma variedade de uva branca originária da região de Savoie, no leste da França. E apesar de ser pouquíssimo conhecida, ela representa um papel importante na história da viticultura.

A uva era considerada como extinta, até uma pequena vinha da variedade ser encontrada aos pés dos alpes franceses, na sub-região de Bugey, entre Annecy e Lyon.

Atualmente, em seu país natal, a variedade é cultivada em cerca de 4 hectares. A uva também é cultivada na Suíça, em cerca de apenas 3 hectares.

O uso da uva é permitido na produção de vinhos dentro da AOC de Savoie e nas áreas de Bugey.

Mãe da Syrah

A Mondeuse Blanche tem um papel fundamental nas árvores genealógicas de muitas castas importantes. Ela é a mãe da Syrah!

A Syrah é um cruzamento natural da Mondeuse Blanche com a uva tinta Dureza, nativa da região do Rhône. 

A uva branca também está ligada a outras uvas, como a Mondeuse Noire, apesar de não possuírem nenhuma relação genética. As duas uvas compartilham o primeiro nome porque a Mondeuse Blanche era utilizada para suavizar os vinhos da Mondeuse Noire.

A variedade também é chamada pelos sinônimos: Aigre Blanc, Blanc Aigre, Blanchette, Couilleri, Dongine, Jongin, Jonvin, Molette e Savouette.

Os vinhos da Mondeuse Blanche 

Essa é uma casta de amadurecimento tardio, baixo rendimento e pouco suscetível à botrytis, e que já teve a reputação de dar vida a vinhos difíceis.

Seus rótulos, que normalmente possuem bom potencial de guarda, são tipicamente ricos em acidez e teor alcoólico que auxilia no processo de maturação. 

Rústicos e poderosos, esses vinhos com personalidade têm aromas cítricos interessantes e notas florais sutilmente picantes, não muito diferentes das encontradas na Viognier

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A origem do milenar ritual do brinde nas comemorações https://blog.enclosvinhos.com.br/2026/01/20/a-origem-do-milenar-ritual-do-brinde-nas-comemoracoes/ https://blog.enclosvinhos.com.br/2026/01/20/a-origem-do-milenar-ritual-do-brinde-nas-comemoracoes/#respond Tue, 20 Jan 2026 13:52:33 +0000 https://blog.enclosvinhos.com.br/?p=572 O ritual do brinde já é um costume milenar e universal, que se espalhou para todas … A origem do milenar ritual do brinde nas comemoraçõesVer mais

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O ritual do brinde já é um costume milenar e universal, que se espalhou para todas as culturas do mundo.

Independente do motivo ou da celebração, pode ser a comemoração de uma conquista, festas de fim de ano, aniversário de nascimento ou casamento. Todo encontro especial rende um brinde animado.

Apesar da origem do costume de brindar não ter sido determinada, acredita-se que essa tradição surgiu na Grécia.

A primeira hipótese para o início da tradição do brinde remete a um ritual dos gregos e dos fenícios. Em suas celebrações, eles erguiam suas taças como uma forma de oferenda simbólica aos deuses de suas crenças, para lhes saciar a sede.

Na Roma Antiga, um hábito bem parecido se tornou comum: derramar um pouco da bebida no chão para os deuses provarem. Seria similar ao que, no Brasil, chamamos de “dar um gole para o santo”.

Outra teoria para a origem do brinde é que ela veio dos gregos e dos romanos. Antigamente, o envenenamento era uma forma muito comum dos convidados de um banquete matarem os inimigos. Por isso, para ter certeza que a bebida estava segura, o anfitrião e o convidado trocavam os seus copos na hora de beber o primeiro gole. Acredita-se também que, a partir dessa demonstração de confiança, surgiu o hábito de desejar saúde aos que estão à mesa na hora de brindar.

Cheers, santé ou saúde?

Todo brinde, não importa o lugar do mundo, é acompanhado por algum brado de celebração. Mas a maioria das culturas usa a sua versão da palavra “saúde”. 

Há também quem mantenha tradições seculares, como a Dinamarca e a Noruega, que brindam com a palavra “caveira” (Skäl que se pronuncia “skol”). A prática vem do costume Viking, que usavam o crânio de seus inimigos como copos.

  • Alemanha: Prost
  • Brasil e Portugal: Saúde
  • Espanha: Salud
  • Estados Unidos, Irlanda e Reino Unido: Cheers
  • França: Santé ou Salut
  • Itália: Salute

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Memórias do Wine Hunter – Vinhos e paisagens da Nova Zelândia https://blog.enclosvinhos.com.br/2025/08/13/memorias-do-wine-hunter-vinhos-e-paisagens-da-nova-zelandia/ https://blog.enclosvinhos.com.br/2025/08/13/memorias-do-wine-hunter-vinhos-e-paisagens-da-nova-zelandia/#respond Wed, 13 Aug 2025 18:55:16 +0000 https://blog.enclosvinhos.com.br/?p=564 Viajar pelo mundo provando e selecionando vinhos envolve ir para longe de casa. Desta vez, fui … Memórias do Wine Hunter – Vinhos e paisagens da Nova ZelândiaVer mais

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Viajar pelo mundo provando e selecionando vinhos envolve ir para longe de casa. Desta vez, fui muito longe mesmo: uma viagem para ver de perto a fama dos vinhos e paisagens da Nova Zelândia.

Eu e Manu chegamos de manhã em Auckland, com nosso amigo Jason De Leo, que veio dos Estados Unidos. Depois da longa viagem, descansamos um pouco e marcamos um encontro na famosa Sky Tower, um dos ícones da cidade. Com 328 metros, a torre é maior do que a Torre Eiffel – impressionante. Para os mais radicais, há a opção de saltar do topo do edifício, no chamado “sky jump”. Infelizmente (ou não), não estávamos com tempo para essa aventura…

Em seguida, subimos ao restaurante Orbit 360°, instalado numa plataforma que gira enquanto estamos jantando. Demora quase uma hora para dar a volta inteira, com uma vista espetacular da cidade. Vale a pena conhecer!

No dia seguinte, saímos de balsa de Auckland para começar nossa jornada a 30 minutos da Ilha Waiheke. Ela é conhecida como a “ilha dos vinhos” por concentrar várias vinícolas, ter um microclima quente e seco e excelentes vinhos.

Na Nova Zelândia, a maioria das vinícolas têm restaurantes, opção perfeita para os amantes de vinhos e gastronomia. Visitamos cerca de 10 delas, de mochilão mesmo! A que mais nos marcou foi a Man O’War. Foi uma expedição para chegar lá, com direito a uma praia maravilhosa.

Em Napier, principal cidade da região vitícola de Hawke’s Bay, fomos recebidos por um produtor no aeroporto. Para chegar à vinícola, foi mais de uma hora dirigindo. Fizemos a visita acompanhados da enóloga e pudemos conferir os critérios de qualidade para elaborar os vinhos, tanques de pequena capacidade e uma vinícola boutique. Saindo para o vinhedo, o dono, Ash, havia organizado uma degustação ao ar livre.

Em outras vinícolas da região, encontramos vinhos excelentes, principalmente brancos, em paisagens espetaculares. Rodamos cerca de cinco delas, cruzando várias vezes com rebanho de carneiros na estrada. Foi um dia cheio, com mais de 30 vinhos!

A viagem nos fez repensar sobre o que se costuma dizer dos vinhos da Nova Zelândia: “Só há vinhos excelentes”. Pensamos que há, sim, vinhos excelentes, porém nem todos conforme o que nos foi apresentado. Ao finalizar o dia, paramos num vinhedo para registrar o Wine Hunter relax.

Não poderíamos deixar de conhecer uma das regiões mais emblemáticas do país, Marlborough, reconhecida pelos excelentes Sauvignon Blanc e Chardonnay, e os renomados Pinot Gris e Pinot Noir.

Saímos de Napier rumo a Nelson, localizada na parte norte da ilha, mais uma hora de carro para chegar em Renwick. Na vinícola, Clive Weston nos aguardava para apresentar a região e os vinhos. Foi mais uma aula para nosso conhecimento, uma conversa muito enriquecedora. A degustação foi excepcional. Nessa, realmente só provamos vinhos excelentes!

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Safra 2025: incêndio ameaça produção de vinhos na França https://blog.enclosvinhos.com.br/2025/08/11/safra-2025-incendio-ameaca-producao-de-vinhos-na-franca/ https://blog.enclosvinhos.com.br/2025/08/11/safra-2025-incendio-ameaca-producao-de-vinhos-na-franca/#respond Mon, 11 Aug 2025 15:47:53 +0000 https://blog.enclosvinhos.com.br/?p=561 Desde a primeira semana de agosto deste ano (2025), a França vive o pior incêndio das … Safra 2025: incêndio ameaça produção de vinhos na FrançaVer mais

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Desde a primeira semana de agosto deste ano (2025), a França vive o pior incêndio das últimas décadas. O fogo atingiu principalmente o departamento de Aude, no sul do país, ameaçando até mesmo a produção de vinhos.

Se iniciando em uma área florestal, as chamas se espalharam rapidamente pela região, consumindo cerca de mil hectares por hora. Já são mais de 17 mil hectares de vegetação afetados.

De acordo com o banco de dados do governo que lista incêndios florestais desde 1973, esse é o maior incêndio registrado no país em pelo menos 50 anos.

Vinhas em chamas

Normalmente, as vinhas funcionam como barreiras naturais que evitam que o fogo se alastre.

Porém, como denunciou Pierre Hylari, presidente dos Jovens Agricultores da Occitânia, à rádio France Info, cerca de 5 mil hectares de vinhedos foram arrancados no último ano, por causa de mudanças no uso do solo.

Isso fez com que as barreiras naturais fossem eliminadas, além de ter criado terrenos abandonados com restos de plantas secas que, sem manutenção, se tornaram um combustível.

Até o momento, estima-se que 900 hectares de vinhedos, que estavam prontos para a colheita, já tenham sido completamente destruídos pelo fogo, em Aude. As perdas também incluem maquinários, galpões e edifícios.

O responsável regional, Christian Pouget, anunciou que o incêndio deve causar prejuízos para a produção de vinho no país. Afinal, a “mancha de fumaça” afeta até mesmo as uvas que não foram atingidas diretamente pelo fogo.

Segundo Anael Payrou, diretor da adega cooperativa Cellier des Demoiselles, de Saint-Laurent-de-la-Cabrerisse, “80% das vinhas estão totalmente ou parcialmente queimadas“.

Ele lamenta, pois “ as uvas terão gosto de fumaça, não é certo que possamos transformá-las em vinho”.

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Os incêndios florestais podem ser muito devastadores e afetam, não apenas a fauna, a flora e a comunidade local, mas também o cultivo das uvas e o próprio vinho.

Mesmo que o incêndio ocorra a quilômetros de distância dos vinhos, a fumaça é levada pelo vento e se torna a grande vilã das vinhas e da colheita. É a temida “mancha de fumaça”.

O Australian Wine Research Institute, após os incêndios florestais ocorridos em Canberra, em 2003, realizou uma pesquisa para descobrir se a fumaça afetou os vinhos e como os danos foram causados.

O estudo constatou que se o vinho afetado não for corrigido, a “mancha de fumaça” é capaz de adicionar dois compostos distintos ao vinho: guaiacol (comumente chamado de creosoto) e 4-metil guaiacol. Esses compostos aromáticos estão associados ao cheiro de fumaça e são bastante comuns, sendo encontrados em vinhos envelhecidos em carvalho.

Porém, a presença desses compostos se mostram em níveis diferentes quando há a intenção do viticultor em dar o sabor, e quando essa característica é dada ao vinho por causa de um incêndio florestal.

No lugar de sabores amadeirados e defumados, a “mancha de fumaça” dá aos vinhos um sabor abrasivo, amargo e carbonizado. Sendo que os incêndios florestais afetam principalmente o vinho branco.

De acordo com Sean P. Sullivan, fundador do Washington Wine Report, existem inúmeras variáveis envolvidas, como a proximidade do vinhedo com o fogo e a intensidade da fumaça.

Outra variável é em que estágio do ciclo de vida da uva ocorre a fumaça. “O período entre o veraison e a colheita é um dos períodos suscetíveis”, diz Sullivan. Sullivan também deixa claro que a exposição à fumaça não significa, obrigatoriamente, que o resultado final do vinho será prejudicado.

O Australian Wine Research Institute, criou algumas táticas práticas para lidar com frutas expostas à fumaça dos incêndios:
– Colha frutas manualmente para minimizar a quebra ou ruptura das cascas;
– Exclua o material da folha para limitar as características relacionadas à fumaça;
– Mantenha a integridade dos frutos da colheita, evitando maceração e contato com a pele;
– Mantenha as frutas frescas para extrair menos compostos relacionados à fumaça;
– Faça a prensa do cacho inteiro, para reduzir a extração de compostos derivados de fumaça.

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